Ah! Como gostaria de sorrir os desejos que oculto;
Em uniformes vestes, de palhaços, esquecidos.
Ah! Como gostaria de lembrar as garridas cores;
Que um dia reinaram em tão nobre fabula.
Ah! Como seria belo viver o passado, o endelirado…
Ai! Como se esvaíram em pedaços de pedra as rosas do Eden;
Agora deformado
Ai! Como choro a dor e a angustia dos inocentes guerreiros que já partiram.
Ai! Como dói a dor que não se sente ofuscada pela anestesia da paixão.
Ah! Como gostaria que a eterna chama se não apagasse;
O fulgor e da vitalidade em decadência transformados.
Ah! Como gostaria que a almas dos sábios ardessem em meu sonho;
Na ignorância dos que do ódio se alimentam
Ah! Como seria belo saber;
Por entre grainhas de amor, o elixir da verdade,
Concentrado em pleonasmos de ilusão.
Ai! Como se esvaio a eterna certeza em metáforas decoradas.
Ai! Como choro a saudade dos feitiços que mantinham a aparência do diálogo.
Ai! Como dói saber que a mentira prevalece, e o ódio não se esquece.
Em tuas palavras sublimado
Em teu sonho acordado
Procuro o meu pecado
Procuro o meu pecado
Ode Filípica