Friday night you and your boys went out to eat
Then they hung out,but you came home around three
If six of ya'll went out then four of you were really cheap
'Cause only two of you had dinner
I found your credit card receipt
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Pack your bags up and leave
Don't you dare come running back to me
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Close the door behind you
Leave your key
I'd rather be alone than unhappy
I'm packing bags so you can leave town for a week
The phone rings then you look at me (why'd you turn and look at me)
Said it was one of your friends
Down on 54th street boy So why did 213 show up on your caller ID
I've been through all this before
So how could you think
That I would stand around and take some more
Things are gonna change
Cause I won't be a fool anymore
That's why you have to leave
So don't turn around to see my face
There's no more tears left here for you to see
Was it really worth you going out like that - tell me
See I'm moving on and I refuse to turn back
See all of this time I thought I had somebody down for Whitney
It turns out you were making a fool of me
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Pack your bags up and leave
Don't you dare come running back to me
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Close the door behind you
Leave your key
I'd rather be alone than unhappy
It's not right but it's okay - [It's not right - so okay baby]
I'm gonna make it anyway [I can pay my own rent]
Pack your bags up and leave [pay my liability - take care of my babies]
Don't you dare come running back to me
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway [get up and leave]
Close the door behind you
Leave your key
I'd rather be alone than unhappy
It's not right but it's okay [I'm gonna be okay, I'm gonna be alright]
I'm gonna make it anyway [I'm gonna be okay, I'm gonna be alright]
Pack your bags up and leave [I'm gonna be okay, I'm gonna be alright]
Don't you dare come running back to me
It's not right but it's okay [I'm gonna be okay, I'm gonna be alright]
I'm gonna make it anyway [I'm gonna be okay, I'm gonna be alright]
Close the door behind you [I'm gonna be okay, I'm gonna be alright]
Leave your key
I'd rather be alone than unhappy [there's no more tears left here for you to see]
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Pack your bags up and leave
Don't you dare come running back to me
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Close the door behind you
Leave your key
I'd rather be alone than unhappy
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Pack your bags up and leave
Don't you dare come running back to me
It's not right but it's okay
I'm gonna make it anyway
Close the door behind you
Leave your key
I'd rather be alone than unhappy
W. Houston
K Y L E R I S M
kyler kylerism filmaria kyleria kylerisse
terça-feira, abril 4
segunda-feira, abril 3
Ontem sonhei que caminhava sobre moedas. Caminhava por ruas, de uma cidade antiga, cobertas de moedas.
Hoje voltei a sonhar contigo. Duas vezes. No primeiro sonho estávamos a iniciar uma viagem. Nós os dois e uma amiga tua. Tínhamos acabado de levantar voo, quando olhei pela janela e vi quatro aviões; percebi imediatamente que o acidente era inevitável. O piloto virou o avião de pernas para o ar, fiquei nauseado, e quando reparei já tínhamos aterrado. Aterramos no corcovado de Lisboa. Não existe, mas foi lá que aterramos.
Saímos do avião, poucos, e desfrutamos a vista enquanto a nave explodia. Lamentamos e continuamos…
Quase não me lembro o que se passou a seguir. Tenho ideia que foi um filme de terror. Lembro-me de haver muita água; de uma aranha gigante, que vocês não viram e que eu ignorei. Lembro-me de sermos perseguidos e de sentir as nossas vidas em risco. Talvez te tenha salvo a vida, ou estou a sonhar agora.
Adormeci e continuei a sonhar.
Estávamos algures na América do sul, num pais onde se falava castelhano. Mais uma vez, nós os dois e um grupo de amigos. A maior parte teus. Era tudo muito bonito à nossa volta.
Ainda me lembro menos deste. Quase nada.
Lembro-me de me ter perdido de vocês. Sentia-me completamente perdido. Não dominava a língua e não conhecia o espaço. Já não sei como, mas soube onde estavam. Apanhei um táxi. Era amarelo. O taxista, um homem obeso, falava sozinho, com raiva, em perfeito português, os nomes dos culpados pela existência dos diversos monumentos pelos quais íamos passando. Estava angustiado, sentia-me perdido, mas não conseguia concentrar-me na minha angústia. Era impossível não prestar atenção ao discurso do taxista. Era divertido.
De repente reparo que estam dois miúdos sentados ao meu lado. Um com cerca de cinco anos de idade e o outro talvez dois anos mais velho. Tipicamente latinos. Morenos, cabelo e olhos escuros. Havaianas gastas nos pés e calções colorido e sujos. Comportavam-se como se me tivessem acabado de ver. Falavam e riam-se comigo. Enquanto o taxista continuava guiar, eu tentava explicar-lhes a diferença entre o significado das palavras passarinho e pássaro, em português. Lembro-me que perceberam a diferença quando lhes disse que um pardal é um passarinho e que uma galinha é um pássaro. Eu próprio não fiquei satisfeito com a explicação, mas sentia-me sufocado, e assim eles sossegaram um pouco. Quase sem ar, perguntei ao taxista porque razão iam dois miúdos no meu táxi, se era eu que iria pagar. Então ele parou e os miúdos saíram. Estes contratempos faziam-me esquecer a angústia e lutar…
Estávamos parados junto a uma escarpa de onde se tinha uma vista magnífica sobre o mar azul-escuro. Lindo. E mais uma vez ouvi o nome do culpado. Mais uma vez esqueci a angústia e aproveitei a vista.
Hoje voltei a sonhar contigo. Duas vezes. No primeiro sonho estávamos a iniciar uma viagem. Nós os dois e uma amiga tua. Tínhamos acabado de levantar voo, quando olhei pela janela e vi quatro aviões; percebi imediatamente que o acidente era inevitável. O piloto virou o avião de pernas para o ar, fiquei nauseado, e quando reparei já tínhamos aterrado. Aterramos no corcovado de Lisboa. Não existe, mas foi lá que aterramos.
Saímos do avião, poucos, e desfrutamos a vista enquanto a nave explodia. Lamentamos e continuamos…
Quase não me lembro o que se passou a seguir. Tenho ideia que foi um filme de terror. Lembro-me de haver muita água; de uma aranha gigante, que vocês não viram e que eu ignorei. Lembro-me de sermos perseguidos e de sentir as nossas vidas em risco. Talvez te tenha salvo a vida, ou estou a sonhar agora.
Adormeci e continuei a sonhar.
Estávamos algures na América do sul, num pais onde se falava castelhano. Mais uma vez, nós os dois e um grupo de amigos. A maior parte teus. Era tudo muito bonito à nossa volta.
Ainda me lembro menos deste. Quase nada.
Lembro-me de me ter perdido de vocês. Sentia-me completamente perdido. Não dominava a língua e não conhecia o espaço. Já não sei como, mas soube onde estavam. Apanhei um táxi. Era amarelo. O taxista, um homem obeso, falava sozinho, com raiva, em perfeito português, os nomes dos culpados pela existência dos diversos monumentos pelos quais íamos passando. Estava angustiado, sentia-me perdido, mas não conseguia concentrar-me na minha angústia. Era impossível não prestar atenção ao discurso do taxista. Era divertido.
De repente reparo que estam dois miúdos sentados ao meu lado. Um com cerca de cinco anos de idade e o outro talvez dois anos mais velho. Tipicamente latinos. Morenos, cabelo e olhos escuros. Havaianas gastas nos pés e calções colorido e sujos. Comportavam-se como se me tivessem acabado de ver. Falavam e riam-se comigo. Enquanto o taxista continuava guiar, eu tentava explicar-lhes a diferença entre o significado das palavras passarinho e pássaro, em português. Lembro-me que perceberam a diferença quando lhes disse que um pardal é um passarinho e que uma galinha é um pássaro. Eu próprio não fiquei satisfeito com a explicação, mas sentia-me sufocado, e assim eles sossegaram um pouco. Quase sem ar, perguntei ao taxista porque razão iam dois miúdos no meu táxi, se era eu que iria pagar. Então ele parou e os miúdos saíram. Estes contratempos faziam-me esquecer a angústia e lutar…
Estávamos parados junto a uma escarpa de onde se tinha uma vista magnífica sobre o mar azul-escuro. Lindo. E mais uma vez ouvi o nome do culpado. Mais uma vez esqueci a angústia e aproveitei a vista.
sábado, abril 1
Esta noite sonhei contigo. É verdade, esta noite sonhei contigo.
Tinhas comprado uma terra. Parecia o Brasil, mas não era. Não era; era em África. Sentia-te o orgulho no olhar e nos movimentos; embora não nos tivéssemos olhado, nos olhos. Era uma barraca, no meio de um terreno meio alagado.
Tinhas uma quinta em África. E o céu estava lindo. Azul. Claro. E com algumas nuvens, quase invisíveis.
Ao entrar, tive de me esforçar para não molhar os sapatos. Tinhas placas de madeira no chão lamacento, para tornar a entrada menos desagradável. Sentia-me bem, enquanto te seguia, sentia que tudo era perfeito, sentia-me vivo, com força e estava a aprovar este teu projecto. Sentia que desta vez irias ter sucesso. Bom sucesso.
Quando entrei ficou de noite e a barraca, agora, era um bengalão. Que tinhas construído a partir de uma janela de um carro. A partir de uma janela de uma carrinha antiga. Muito confortável. Apenas três camas e uma janela.
Vivias lá com os nossos filhos. E três mulheres. Quando entrei: o mais velho, que já estava deitado, mas ainda não estava a dormir, inclinou ligeiramente a cabeça e olhou para mim. Sem ter sorrido, senti que estava a sorrir; estava sereno. Estava feliz por eu ter regressado, embora nunca tivesse partido; iríamos estar todos juntos novamente. Olhou para o irmão, que dormia na sua alcofa, e voltou a olhar para mim; desta vez sorriu. Mas não abriu a boca. Não havia nada a dizer. Ele sabia-o. Tínhamos, apenas, de esperar. Ele conhecia a verdade. Sabia o que tinha de ser feito. Estava à espera… Eu continuava a sonhar, ele sabia que era um sonho.
Tinhas comprado uma terra. Parecia o Brasil, mas não era. Não era; era em África. Sentia-te o orgulho no olhar e nos movimentos; embora não nos tivéssemos olhado, nos olhos. Era uma barraca, no meio de um terreno meio alagado.
Tinhas uma quinta em África. E o céu estava lindo. Azul. Claro. E com algumas nuvens, quase invisíveis.
Ao entrar, tive de me esforçar para não molhar os sapatos. Tinhas placas de madeira no chão lamacento, para tornar a entrada menos desagradável. Sentia-me bem, enquanto te seguia, sentia que tudo era perfeito, sentia-me vivo, com força e estava a aprovar este teu projecto. Sentia que desta vez irias ter sucesso. Bom sucesso.
Quando entrei ficou de noite e a barraca, agora, era um bengalão. Que tinhas construído a partir de uma janela de um carro. A partir de uma janela de uma carrinha antiga. Muito confortável. Apenas três camas e uma janela.
Vivias lá com os nossos filhos. E três mulheres. Quando entrei: o mais velho, que já estava deitado, mas ainda não estava a dormir, inclinou ligeiramente a cabeça e olhou para mim. Sem ter sorrido, senti que estava a sorrir; estava sereno. Estava feliz por eu ter regressado, embora nunca tivesse partido; iríamos estar todos juntos novamente. Olhou para o irmão, que dormia na sua alcofa, e voltou a olhar para mim; desta vez sorriu. Mas não abriu a boca. Não havia nada a dizer. Ele sabia-o. Tínhamos, apenas, de esperar. Ele conhecia a verdade. Sabia o que tinha de ser feito. Estava à espera… Eu continuava a sonhar, ele sabia que era um sonho.
Entretanto, vocês chegaram. Eram três belas mulheres. Eram uma família, de mulheres. Fiquei, também, a saber que algo tinha de ser feito. Só uma de vocês poderia ficar. Só uma de vocês poderia continuar a existir. Mas eu não sabia qual das três eras tu. Nunca me olhaste nos olhos. Todas me pareciam familiares. Sabia que não havia espaço para erros.
Sabes qual a vantagem de se morrer jovem?
Não é um cadáver perfeito. Sim, quando jovens temos corpos perfeitos. Mesmo quando um pouco magricelas ou um pouco gordinhos.
A vantagem é não termos de passar pelas humilhações que a vida nos tem guardado.
Não deixamos marcas. Apenas uma marca indelével. E assim esquecem-nos depressa. Não chegamos a ser nada. Nem mesmo profissionalmente.
É verdade. Mas nós não vamos morrer jovens.
Não é um cadáver perfeito. Sim, quando jovens temos corpos perfeitos. Mesmo quando um pouco magricelas ou um pouco gordinhos.
A vantagem é não termos de passar pelas humilhações que a vida nos tem guardado.
Não deixamos marcas. Apenas uma marca indelével. E assim esquecem-nos depressa. Não chegamos a ser nada. Nem mesmo profissionalmente.
É verdade. Mas nós não vamos morrer jovens.
sexta-feira, março 31
quinta-feira, março 30
quarta-feira, março 29
terça-feira, março 28
segunda-feira, março 27
sexta-feira, março 24
quinta-feira, março 9
Tudo o que eu quero é estar contigo
Abraçar-te e perder o controlo
Eu quero estar contigo
Sozinho à chuva
Quero fazer-te em bocados
Quero esmagar-te e fazer-te gritar
Por vezes não é para sentir
Por vezes não é para abraçar
Por vezes não é tempo para correr e procurar um caminho
Por vezes choras e respiras
Sentes que não és ninguém
E só queres dormir
Não chores
Beija-me e envenena-me os lábios
Ama-me contra o chão e vira-me ao contrário
Abraçar-te e perder o controlo
Eu quero estar contigo
Sozinho à chuva
Quero fazer-te em bocados
Quero esmagar-te e fazer-te gritar
Por vezes não é para sentir
Por vezes não é para abraçar
Por vezes não é tempo para correr e procurar um caminho
Por vezes choras e respiras
Sentes que não és ninguém
E só queres dormir
Não chores
Beija-me e envenena-me os lábios
Ama-me contra o chão e vira-me ao contrário
quarta-feira, março 8
quinta-feira, março 2

Quando me levanto, para ir comer, durante a noite, angustia-me: ouvir o Moisés a ladrar, no silêncio da aldeia. Faz-me lembrar o Pilatos, que morreu por ser mentiroso.
Adoro tomar banho em casa dos outros. É a tão interessante a diferença entre os chuveiros. É como o sexo. Mas para tomar banho todos os dias, antes de ir trabalhar, prefiro o meu chuveiro.
Não percebo porque o postiga ainda está na selecção, deve ser filho de pais…
Também adoro chegar a casa e ter o capacho fora do lugar, é sinal que a empregada esteve cá.
Adoro tomar banho em casa dos outros. É a tão interessante a diferença entre os chuveiros. É como o sexo. Mas para tomar banho todos os dias, antes de ir trabalhar, prefiro o meu chuveiro.
Não percebo porque o postiga ainda está na selecção, deve ser filho de pais…
Também adoro chegar a casa e ter o capacho fora do lugar, é sinal que a empregada esteve cá.
sábado, fevereiro 25

I don't want you and I don't need you. Don't bother to resist, I'll beat you. It's not your fault that you're always wrong. The weak ones are there to justify the strong. The beautiful people. It's all relative to the size of your steeple. You can't see the forest for the trees. You can't smell your own shit on your knees. There's no time to discriminate. Hate every motherfucker. That's in your way. Hey you, what do you see? Something beautiful, something free? Hey you, are you trying to be mean? If you live with apes man, it's hard to be clean. The worms will live in every host. It's hard to pick which one they eat most. The horrible people, the horrible people. It's as anatomic as the size of your steeple. Capitalism has made it this way. Old-fashioned fascism will take it away.
sexta-feira, fevereiro 17
The closet
quarta-feira, fevereiro 15
segunda-feira, fevereiro 13
domingo, fevereiro 12

já vos aconteceu atender uma chamada durante um concerto? intenso, não? daquela prima chata, que nos liga sempre nas horas mais impróprias? daquela pessoa...? não se consegue perceber nada. só conseguimos ouvir barulho. luzes. movimento. barulho. e não conseguimos ouvir nada. intenso? o concerto deixa de nos interessar por completo, ou apetece-nos desligar o telefone imediatamente
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