K Y L E R I S M
kyler kylerism filmaria kyleria kylerisse
sábado, julho 23
:
:*ƒ^K˜ÕÈMÐ*¬J7ƒ2 ‡A
,(—4ãçNTë¿£7·»ù笼ùǬÚþÞØÍì%¸û!উ6ã®x[¢„›Öpþÿ·Khñ®#&„袞±aqïù/däù_ïZwþ\j=è¾±g’@Ïc柿ë5]šÃ¿·¸û°’VÀ+äÑršt˜·õÞ¬ÅÀ›)EûIQ™Šäè]‑
´{_}f¯H8àŽíM:@¢W@ær6Ñ!ºN>U‘O‘¤‑âÍ%A©
bÅÙ´ò쇩·“ÖÒ¶¦S»÷Iúä^I
ûbô)Б¦Sƒ9ˆ®ÇÚÕ{«ö[1]x3u‚G£Z{ž\\¸ú(ƒð(¸«ã!U[1]å
I¥S¤_¥!-=ˆ¸(2ôêq¼™’ôòV ×!ö±—ÓòÓkDëékボè!@½ÅCo¥=°ÆvÙþ_µ5¶ïëO·&·#o´m¥ÂN›ØŠËh·N‹Ö‡óÇ•K—‚æ•g#´ÖZÅz±¹VèÒ•hX×Ùä*ë:³µ¿!%‡tG[ljÇ;uñ`§wùg!!™¯ïüÎDLÝÏkÓ¥Å*ttÄõx
t
t´Š6ƒ2 ‡AhÊ‚r¼7m¼u!º
…O1}—Öh
,(—4ãçNTë¿£7·»ù笼ùǬÚþÞØÍì%¸û!উ6ã®x[¢„›Öpþÿ·Khñ®#&„袞±aqïù/däù_ïZwþ\j=è¾±g’@Ïc柿ë5]šÃ¿·¸û°’VÀ+äÑršt˜·õÞ¬ÅÀ›)EûIQ™Šäè]‑
´{_}f¯H8àŽíM:@¢W@ær6Ñ!ºN>U‘O‘¤‑âÍ%A©
bÅÙ´ò쇩·“ÖÒ¶¦S»÷Iúä^I
ûbô)Б¦Sƒ9ˆ®ÇÚÕ{«ö[1]x3u‚G£Z{ž\\¸ú(ƒð(¸«ã!U[1]å
I¥S¤_¥!-=ˆ¸(2ôêq¼™’ôòV ×!ö±—ÓòÓkDëékボè!@½ÅCo¥=°ÆvÙþ_µ5¶ïëO·&·#o´m¥ÂN›ØŠËh·N‹Ö‡óÇ•K—‚æ•g#´ÖZÅz±¹VèÒ•hX×Ùä*ë:³µ¿!%‡tG[ljÇ;uñ`§wùg!!™¯ïüÎDLÝÏkÓ¥Å*ttÄõx
t
t´Š6ƒ2 ‡AhÊ‚r¼7m¼u!º
…O1}—Öh
segunda-feira, julho 18
sexta-feira, julho 15
Forest Manor
At last a chance to be free! I live in this empty, old house called Forest Manor. It has twelve rooms and a tower. The tower is my prison. I am loked up here under the stone floor. Seventy-eight years is a long time- a very long time. I want to get out, but i can not. I need somebody to help me. And today i hear voices in the house. The owners are here! They do not know about me yet. They do not know about the gost of Forest Manor. I want to be free. Only a clever person can break the code.
Escrito por uma criança sueca, num oitavo andar, num dos meses de escoridão
Escrito por uma criança sueca, num oitavo andar, num dos meses de escoridão
quinta-feira, julho 14
Ama-me outra vez
Hoje é um dia: a partir de hoje. Gostei de quase tudo, o que não é mau, gostar de quase tudo é muito bom. Mas gostava de gostar ainda mais. E se a realidade não passasse de uma construção? As pessoas que fazem parte da nossa vida não passariam de personagens construídas por nós próprios. Cada um de nós viveria no seu próprio mundo, ou melhor: eu seria a única pessoa a existir. Seríamos felizes se quiséssemos. O mais interessante ou engraçado, sei lá, é o seguinte: a resposta a esta pergunta é: sim a realidade é uma construção. O que não quer dizer que estas afirmações são verdades.
Beleza é beleza, embora discutível. A humanidade é bela. Acordar é belo… Sonhar. E o amor um dos cinco sentimentos principais. Principal. Assim como o ódio, a raiva, a vingança… Não vale a pena continuar, fumei muito. Até breve… Abrir os olhos. Há vezes em que o tempo anda muito devagar, quase pára. Conseguimos observar imensas coisas em simultâneo… E raciocinar. Mas só conseguimos apercebermo-nos quando ele retoma a sua velocidade habitual. O que te dá felicidade? Envelhecer… Junto… Foder quatro vezes na mesma noite significa alguma coisa; definitivamente. Uma pura amizade ou puro sexo; ou um dos cinco sentimentos principais; ou outra coisa qualquer? É possível dois corpos estabelecerem um compromisso? Sem o saber conscientemente, ou contra a sua própria vontade. Uma voz bonita sem rosto é belo. Um homem perturbado é belo. Uma cara conhecida… O desespero… Uma surpresa; a mulher, com um Martini na mão, mais triste do mundo, vestida de vermelho e sandálias… Sei lá… De saltos altos. Para quem nunca provou o amargo, o amargo e o doce são iguais.
A gíria é a arma dos médicos. E o desespero… E a culpa também. E o medo.
Beleza é beleza, embora discutível. A humanidade é bela. Acordar é belo… Sonhar. E o amor um dos cinco sentimentos principais. Principal. Assim como o ódio, a raiva, a vingança… Não vale a pena continuar, fumei muito. Até breve… Abrir os olhos. Há vezes em que o tempo anda muito devagar, quase pára. Conseguimos observar imensas coisas em simultâneo… E raciocinar. Mas só conseguimos apercebermo-nos quando ele retoma a sua velocidade habitual. O que te dá felicidade? Envelhecer… Junto… Foder quatro vezes na mesma noite significa alguma coisa; definitivamente. Uma pura amizade ou puro sexo; ou um dos cinco sentimentos principais; ou outra coisa qualquer? É possível dois corpos estabelecerem um compromisso? Sem o saber conscientemente, ou contra a sua própria vontade. Uma voz bonita sem rosto é belo. Um homem perturbado é belo. Uma cara conhecida… O desespero… Uma surpresa; a mulher, com um Martini na mão, mais triste do mundo, vestida de vermelho e sandálias… Sei lá… De saltos altos. Para quem nunca provou o amargo, o amargo e o doce são iguais.
A gíria é a arma dos médicos. E o desespero… E a culpa também. E o medo.
quarta-feira, junho 29
As melhores mulheres pertencem aos homens mais atrevidos?
É obvio que existem mulheres que são melhores que outras. Reconhecem-se ao longe... são mais agradáveis à vista, tem uma pele e contornos que despertam atrevimento (dai pertencerem aos mais atrevidos), transformam qualquer um de nós num atrevido. Tem um hálito, que nos faz inspirar fundo, morder os lábios, sorrir e desejar continuar a sentir aquele perfume. Atraem-nos como um íman ao metal. Fazem-nos sentir vontade de sermos controlados e conduzidos. Quando lhes tocamos: ah… parecem não existir: tem uma temperatura, uma textura e formas que nos provocam um frio discreto na barriga, uma falta de ar, sem ser realmente falta de ar e uma necessidade emergente de nos colarmos… ou de sermos reanimados. Fazem-nos sentir o sal e o doce em simultâneo, o quente e o frio… alimentam-nos o corpo e o espírito. Preenchem-nos a noite e o dia. São lindas, fazem-nos esquecer a dor e ter vontade de ficar ali para sempre.
Não sei qual é o problema de as reconhecer ou de falar delas como de vinho. Melhores mulheres são aquelas que tem um certificado de qualidade…
Um aplauso para as mulheres melhores, queremos mais…
A questão é: será que pertencem aos mais atrevidos?
Não sei qual é o problema de as reconhecer ou de falar delas como de vinho. Melhores mulheres são aquelas que tem um certificado de qualidade…
Um aplauso para as mulheres melhores, queremos mais…
A questão é: será que pertencem aos mais atrevidos?
terça-feira, junho 14
Em teu sonho acordao
Ah! Como gostaria de sorrir os desejos que oculto;
Em uniformes vestes, de palhaços, esquecidos.
Ah! Como gostaria de lembrar as garridas cores;
Que um dia reinaram em tão nobre fabula.
Ah! Como seria belo viver o passado, o endelirado…
Ai! Como se esvaíram em pedaços de pedra as rosas do Eden;
Agora deformado
Ai! Como choro a dor e a angustia dos inocentes guerreiros que já partiram.
Ai! Como dói a dor que não se sente ofuscada pela anestesia da paixão.
Ah! Como gostaria que a eterna chama se não apagasse;
O fulgor e da vitalidade em decadência transformados.
Ah! Como gostaria que a almas dos sábios ardessem em meu sonho;
Na ignorância dos que do ódio se alimentam
Ah! Como seria belo saber;
Por entre grainhas de amor, o elixir da verdade,
Concentrado em pleonasmos de ilusão.
Ai! Como se esvaio a eterna certeza em metáforas decoradas.
Ai! Como choro a saudade dos feitiços que mantinham a aparência do diálogo.
Ai! Como dói saber que a mentira prevalece, e o ódio não se esquece.
Em tuas palavras sublimado
Em teu sonho acordado
Procuro o meu pecado
Procuro o meu pecado
Ode Filípica
Em uniformes vestes, de palhaços, esquecidos.
Ah! Como gostaria de lembrar as garridas cores;
Que um dia reinaram em tão nobre fabula.
Ah! Como seria belo viver o passado, o endelirado…
Ai! Como se esvaíram em pedaços de pedra as rosas do Eden;
Agora deformado
Ai! Como choro a dor e a angustia dos inocentes guerreiros que já partiram.
Ai! Como dói a dor que não se sente ofuscada pela anestesia da paixão.
Ah! Como gostaria que a eterna chama se não apagasse;
O fulgor e da vitalidade em decadência transformados.
Ah! Como gostaria que a almas dos sábios ardessem em meu sonho;
Na ignorância dos que do ódio se alimentam
Ah! Como seria belo saber;
Por entre grainhas de amor, o elixir da verdade,
Concentrado em pleonasmos de ilusão.
Ai! Como se esvaio a eterna certeza em metáforas decoradas.
Ai! Como choro a saudade dos feitiços que mantinham a aparência do diálogo.
Ai! Como dói saber que a mentira prevalece, e o ódio não se esquece.
Em tuas palavras sublimado
Em teu sonho acordado
Procuro o meu pecado
Procuro o meu pecado
Ode Filípica
Espelho
" O amor não faz com que pensemos em foder, e no entanto é a sua única finalidade"
in Ecole des filles
in Ecole des filles
sábado, junho 4
Sweet Dreams (Are Made Of This)
Sweet dreams are made of this
Who am I to disagree?
I travel the world
And the seven seas
Everybody's looking for something.
Some of them want to use you
Some of them want to get used by you
Some of them want to abuse you
Some of them want to be abused.
(Hold your head up--Keep your head up--MOVIN' ON)
Eurythmics
Who am I to disagree?
I travel the world
And the seven seas
Everybody's looking for something.
Some of them want to use you
Some of them want to get used by you
Some of them want to abuse you
Some of them want to be abused.
(Hold your head up--Keep your head up--MOVIN' ON)
Eurythmics
segunda-feira, maio 16
Verão em Italia
(...) de olhos negros e cabelo lambido. A mãe, apesar da idade avançada, continuava a prostituir-se; para poder pagar as mensalidades.... Escorriam-lhe lagrimas pelo rosto amarrutado... Enquanto homes gordos, cobertos por uma espessa pelicula de gordura derretida pelo sol, lhe apalpavam as mamas adiposas. Na assoalhada ao lado ele comia... A única coisa que o incomodava era o bafo quente, que preenchia a casa.
Subo uma velha escada. A madeira range. Atravesso um corredor de paredes descacadas e sem luz. Agarro a maçaneta dourada e empurro a porta verde. Entro no quarto e dispo-me em silêncio; enquanto olho o corpo semi-nú, deitado na cama de barriga para baixo, com a cabeça caida. Completamente nú aproximo-me, ajoelho-me, debruço-me sobre ela, afasto-lhe o cabelo com os lábios e dou-lhe um beijo sem paixão. Ela continua como morta, não emite um único som. Escorrem-lhe duas lágrimas, que contrariando a gravidade, dirigem-se do olho esquerdo para o lábio inferior.
No confissionário alugado, tento dormir, não consigo. Levanto-me ainda nú e bebo uma cerveja. Penso na juventude... Sinto as rugas do meu rosto, e penso como é dificil envelhecer.
Subo uma velha escada. A madeira range. Atravesso um corredor de paredes descacadas e sem luz. Agarro a maçaneta dourada e empurro a porta verde. Entro no quarto e dispo-me em silêncio; enquanto olho o corpo semi-nú, deitado na cama de barriga para baixo, com a cabeça caida. Completamente nú aproximo-me, ajoelho-me, debruço-me sobre ela, afasto-lhe o cabelo com os lábios e dou-lhe um beijo sem paixão. Ela continua como morta, não emite um único som. Escorrem-lhe duas lágrimas, que contrariando a gravidade, dirigem-se do olho esquerdo para o lábio inferior.
No confissionário alugado, tento dormir, não consigo. Levanto-me ainda nú e bebo uma cerveja. Penso na juventude... Sinto as rugas do meu rosto, e penso como é dificil envelhecer.
quinta-feira, maio 12
A Caçarola
Os teus olhos são como lagos, de água quente
Incandescente, que me iluminam;
Cheiras-me com o nariz, sentes-me na respiração do mundo
E ouves-me com a pele.
Tocas-me com a mão direita e quase não me sentes;
Então duvidas se existirei.
Pois não existo... é apenas a tua loucura.
És um corpo, quente;
Um naco de carne pronto a ser comido.
Olho para ti, sinto o calor que irradias e vejo sangue
A correr-te nas veias, é ele que te aquece o hálito.
Aproximo-me para te beijar,
Lembro-me do passado,
Da noite em que te conheci;
Tenho medo de teres arrefecido
E é apenas loucura.
Incandescente, que me iluminam;
Cheiras-me com o nariz, sentes-me na respiração do mundo
E ouves-me com a pele.
Tocas-me com a mão direita e quase não me sentes;
Então duvidas se existirei.
Pois não existo... é apenas a tua loucura.
És um corpo, quente;
Um naco de carne pronto a ser comido.
Olho para ti, sinto o calor que irradias e vejo sangue
A correr-te nas veias, é ele que te aquece o hálito.
Aproximo-me para te beijar,
Lembro-me do passado,
Da noite em que te conheci;
Tenho medo de teres arrefecido
E é apenas loucura.
E-S-B-O-R-R-A-C-H-A - M-E...
Esborracha-me contra o nada! Sinto falta de sentir o teu corpo contra o meu, sentir o meu contra o Nada: opaco, espesso, com o qual me misturo... Esborracha-me lentamente, firmemente, com ternura. Esborracha-me no Nada, para sentir Tudo, distintamente, quero sentir: o meu nariz escancarado no Nada; a força das minhas mamas esborrachadas no Nada; o agarrar viril dos teus longos dedos a descolar as minhas portentosas mamas do Nada! Esborracha-mas, esborracha-me... Quero sentir as minhas mãos como ventosas no Nada, mãos de Nada, no Nada, contra o Nada, à espera de Nada... Esborracha-me... Soletra E-s-b-o-r-r-a-c-h-a-m-e lentamente enquanto o fazes, enquanto o sou! Esborracha o meu suor no Nada, com o teu aroma no meu corpo, na minha boca, no meu Nada! Esborracha as minhas orelhas com a tua musculada língua, sugando delas o Nada! Esborracha as minhas nádegas contra o teu engurgitado nabo, enquanto a minha sequiosa cona é esborrachada no Nada, com Nada, para Nada... Esborracha-me com as tuas coxas!Esborracha-me sorrindo para o meu reflexo difuso no Nada... Esborracha-me chorando, para lavar os meus cabelos do lodo que os envolve... Quero sentir-me esborrachada por ti, esborrachada em cada poro, milimetro, pintelho do meu corpo. Esborrachada por cada poro, milimetro, pintelho do teu ser! Esborrachada por ti: Tudo, contra mim: Nada... Talvez deste sonho, possa um dia ver surgir, esborrachada em mim a perfeição: o Nada esborrachado pelo Tudo, fundem-se e tornam-se... A Perfeição... ?! Na verdade só me apetecia ser esborrachada... por ti! Simples não é?! Não, não é...
http://seivadosdias.blogspot.com
http://seivadosdias.blogspot.com
domingo, março 20
Técnica mista: colagem de papel em tela de linho
Muitas pessoas já me tentaram manipular. Em grupo. Fechado do mundo do ponto de vista social. Os meus colegas são mais afastados. Não, sou arbitro. Não minto. Gosto de apoiar o nosso clube, a seleção social. Estudar não é só pegar no livro. Daqui a dois dias não se sabe nada. Um esquema. Têm a possibilidade de se poder avaliar outras pessoas. Não, habitualmente estamos. Há muito material. Primeiro estive a estudar de véspera. Como se faz uma bomba atômica? É uma reação em cadeia. Acho que sim, ele vai pelo caminho dele. Ainda não, mas acho que sim. É, sempre. Vamos ao cinema. Não é ali ao lado para irmos a pé, mas... Não tem piada nenhuma. Claro. Acreditas em DEUS? Se ELE aparecesse. Em todo mundo só ha vacas brancas.
O meu pai sempre bebeu e a minha mãe também. Bem vindo à nossa 2. ª parte. Gosto de olhar para si de lado. Obrigado. Posso tratar-te por tu. Mas sorria na mesma. Eu perguntei-te o que te fazia sorrir. Não nos dê! Estou a falar de problemas. 9/10. Eu desde muito pequenino, sempre fui muito feliz. Começou a ficar com uma depressão. Não está muito bem. Vinha de fora, mas também bebia dentro. Comecei a faltar à escola. Pedia de comer. E encontrava ajuda no bairro. Eles é que tem obrigação... Ele não queria trabalhar. Não. Comecei a trabalhar aos 10 anos. 35000$00. Não. Era uma casa grande, tinha dois quartos.
Esta conversa está a chatear-me. E dai... Por decisão.
Vou dormir.
O meu pai sempre bebeu e a minha mãe também. Bem vindo à nossa 2. ª parte. Gosto de olhar para si de lado. Obrigado. Posso tratar-te por tu. Mas sorria na mesma. Eu perguntei-te o que te fazia sorrir. Não nos dê! Estou a falar de problemas. 9/10. Eu desde muito pequenino, sempre fui muito feliz. Começou a ficar com uma depressão. Não está muito bem. Vinha de fora, mas também bebia dentro. Comecei a faltar à escola. Pedia de comer. E encontrava ajuda no bairro. Eles é que tem obrigação... Ele não queria trabalhar. Não. Comecei a trabalhar aos 10 anos. 35000$00. Não. Era uma casa grande, tinha dois quartos.
Esta conversa está a chatear-me. E dai... Por decisão.
Vou dormir.
sábado, março 12
(...)
O amigo da tua mãe diz,
Calem-se crianças! Não percebem que a história
está a ser feita?
Tu percebes e voltas a perceber. Feita e feita de
novo.
Isto és tu visto por eles, e eles vistos por ti,
e tu visto por ti, em cinco dimensões,
em sete, de novo em três, depois em duas,
depois reduzido a um ponto sem dimensão
num universo onde a única constante é a velo-
cidade da luz.
Isto és tu à velocidade da luz.
Vijay Seshadri
O amigo da tua mãe diz,
Calem-se crianças! Não percebem que a história
está a ser feita?
Tu percebes e voltas a perceber. Feita e feita de
novo.
Isto és tu visto por eles, e eles vistos por ti,
e tu visto por ti, em cinco dimensões,
em sete, de novo em três, depois em duas,
depois reduzido a um ponto sem dimensão
num universo onde a única constante é a velo-
cidade da luz.
Isto és tu à velocidade da luz.
Vijay Seshadri
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Arquivo
- maio 2015 (1)
- outubro 2014 (1)
- agosto 2014 (1)
- maio 2014 (1)
- setembro 2013 (1)
- janeiro 2013 (1)
- dezembro 2012 (2)
- outubro 2012 (2)
- agosto 2012 (1)
- maio 2012 (1)
- abril 2012 (1)
- março 2012 (2)
- fevereiro 2012 (3)
- setembro 2010 (3)
- junho 2010 (2)
- dezembro 2008 (1)
- setembro 2008 (2)
- agosto 2008 (1)
- junho 2008 (3)
- maio 2008 (2)
- abril 2008 (2)
- março 2008 (5)
- fevereiro 2008 (2)
- janeiro 2008 (1)
- novembro 2007 (2)
- outubro 2007 (4)
- setembro 2007 (2)
- agosto 2007 (2)
- julho 2007 (8)
- junho 2007 (12)
- maio 2007 (12)
- abril 2007 (10)
- março 2007 (9)
- fevereiro 2007 (12)
- janeiro 2007 (8)
- dezembro 2006 (6)
- novembro 2006 (8)
- outubro 2006 (8)
- setembro 2006 (6)
- agosto 2006 (20)
- julho 2006 (21)
- junho 2006 (8)
- maio 2006 (3)
- abril 2006 (17)
- março 2006 (16)
- fevereiro 2006 (15)
- janeiro 2006 (26)
- dezembro 2005 (9)
- novembro 2005 (7)
- outubro 2005 (7)
- setembro 2005 (3)
- agosto 2005 (11)
- julho 2005 (5)
- junho 2005 (4)
- maio 2005 (3)
- abril 2005 (1)
- março 2005 (2)
Links
- (A)Way
- Bordas
- Braked
- Cenas de Gaja
- Descrita
- E Deus criou a mulher
- eunaoquerofazer
- Fora de Contexto
- (in)confessáveis
- Nakedness
- nilusjustpics
- nilus world
- O Mundo Perfeito
- o princípio e o fim
- Psitacídios
- Seiva dos Dias
- Sex Appeals
- True Dark Blue
- welcome to the little world of francisco Manu
- xupacabras